
“O tempo tem uma boca imensa. Com sua boca do tamanho da eternidade ele vai devorando tudo, sem piedade. O tempo não tem pena. Mastiga rios, árvores, crepúsculos. (…) Ele consome histórias e saboreia os amores. Nada fica para depois do tempo. (…) E nós (…) marchamos em direção à boca do tempo.”